O Bloco
O Proibido Proibir nasceu da rua, do riso e da vontade de fazer diferente.
Em 14 de fevereiro de 2001, o que era apenas um grupo de amigos apaixonados pelo Carnaval se tornou oficial: nascia a Associação Carnavalesca Bloco Proibido Proibir.
De lá pra cá, muita coisa mudou — menos a nossa essência.
Em 2019, o bloco se transformou em Instituto Sócio Cultural Proibido Proibir, ampliando o olhar e o coração: passamos a promover projetos culturais, sociais e educacionais que unem arte, consciência e comunidade.
Em 2023, celebrando 22 anos de história, o Instituto se adequou ao Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Lei nº 13.019/2014), fortalecendo ainda mais o compromisso com a seriedade e o impacto social.
Mas o que realmente nos move não cabe em documentos.
Desde os tempos da charrete puxada por um jipe, que levava bebidas e frios aos foliões, até os dias de hoje, com trios elétricos e multidões, seguimos com o mesmo espírito: a resistência, a alegria e a liberdade de quem acredita no poder transformador da cultura.
Somos mais do que um bloco.
Somos um movimento que pulsa junto com o povo, um espaço onde a arte encontra o afeto, e onde cada batida do tambor lembra que celebrar também é um ato de coragem.
Renascido, como nossa gente.
Depois de um tempo de pausa, o Proibido Proibir voltou com força total.
Em 2001, o bloco renasceu — agora como uma entidade sem fins lucrativos, firme no propósito de unir cultura, música e gente. Foi também o ano em que nasceu a Banda Proibido Proibir, sob a liderança do músico Alexandre Vidal, que deu ritmo e voz a essa nova fase.
Entre 2007 e 2012, uma parceria marcante com o Grupo Revelação levou o bloco a outro patamar. Foram anos de grandes encontros, quando o samba ecoava forte e reunia mais de 5 mil associados nas ruas.
Nesse período, o Proibido Proibir recebeu nomes lendários como Grupo Fundo de Quintal, Belo, Almir Serra (Almirzinho) e Delcio Luís, transformando cada apresentação em uma verdadeira celebração da cultura popular.